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A Vocalista e o Batarista dos MIMICAT são antigos alunos da ESAD.CR – Presente na Feira dos Frutos 2017 Caldas da Rainha

A Mimicat é “uma Marisa um bocadinho mais vaidosa, um bocadinho mais atrevida. É aquilo que a Marisa não pode ser no dia-a-dia, quando vai na rua”. O pseudónimo soou-lhe bem no primeiro instante. Afinal, já há muitos anos que era chamada de Mimi pela família: “Na minha família, as crianças chamam Mimi às madrinhas – e eu já tenho uma afilhada com 11 anos”. Bastou juntar Cat à alcunha, para dar um toque mais pessoal à coisa, et voilà.

A inspiração para escrever as canções, para escolher a sua sonoridade, provém de músicos como Ella Fitzgerald, Jill Scott ou Ray Charles. Enfim, de todas as canções que vão “desde os anos 30/40 até aos anos 70″. “Tudo o que foi feito nessa altura são coisas que me interessam muito e que eu, a partir dos 17/18 anos, comecei a ouvir compulsivamente, e que ainda ouço até hoje”, refere. Assumido o gosto musical por figuras-chave de épocas passadas, Marisa e o produtor Sérgio Costa tentaram modernizar “um bocadinho as influências que daí vêm, com coisas que se fazem agora”. Um exemplo? As baterias em melodias e arranjos que, teoricamente, estão associados ao passado.

As letras das canções de “For You” resultam de experiências da cantora ou de outras pessoas que lhe são próximas. Em alguns temas, “escrevo mesmo para pessoas da minha vida; outros resultam de experiências que passei através de amigos”, confessa-nos. “Felizmente, tenho uma vida muito feliz, no âmbito pessoal, e não consigo ter situações de desgosto, ou coisas do género, muito grandes, então senti necessidade de escrever por essas pessoas. Na verdade, pus-me na pele delas”, explica.

Mimicat aposta forte na imagem, no realce da beleza feminina. “Acho que, quando tens uma música muito boa, sem teres uma imagem igualmente boa, a música não chega às pessoas da mesma forma, o impacto criado não é o mesmo”, diz-nos Marisa, que especifica: “Aquilo que eu gosto de ver nas roupas femininas, nas coleções ou mesmo nos estilistas internacionais, são coisas inspirada nessa época [entre os anos 50 e 70]. Nessa altura, havia sempre uma preocupação muito grande em manter as linhas muito elegantes, muito femininas”. Mas coerência é a palavra de ordem: “Tenho que ser coerente com aquilo que sou e com aquilo que estou a mostrar”.

Começou desde cedo no mundo da música, mas foi com os The Casino Royal que descobriu o que queria ser como artista e, principalmente, o que não queria ser. A banda serviu para “descobrir quem é que eu era enquanto artista de palco, porque, quando tu és muito novo, não tens propriamente uma identidade, não sabes bem o que é que és, andas um bocado com a corrente”, afirma Marisa. A nível musical, Mimicat afasta-se, no entanto, da estética sonora do coletivo. Embora se identifique com as canções cabaret da banda, não trouxe essas influências para “For You”.

O feedback do público, esse, tem sido muito positivo, começando Marisa a receber, agora, os frutos desejados do investimento no som e imagem que ambicionava. Relembra a reação de uma admiradora que assistiu, na Casa da Música, ao concerto dos The Black Mamba, no qual Mimicat participou como convidada: “Houve uma pessoa que foi ver o concerto e depois acabou por ir ter comigo, a dizer que já tinha ouvido o meu disco. A pessoa estava com uma lágrima no olho de tão feliz que estava. E a alegria que tinha nos olhos foi exatamente a alegria que eu sempre esperei ver nos olhos das outras pessoas, porque é a alegria que eu e os músicos que estão envolvidos no projeto sentimos, sabes?”.

O novo álbum será apresentado um pouco por todo o país, estando já agendados concertos em Cascais (15 de novembro, na FNAC do Cascais Shopping), em Lisboa (18 de novembro, no Teatro do Bairro), em Coimbra (26 de novembro, no Salão Brazil), em Matosinhos (27 de novembro, na FNAC do Norte Shopping) e no Porto (27 de novembro, no Passos Manuel). “Estamos a preparar um concerto o mais enérgico e delicado possível”, adianta Mimicat. Mantém segredo, porém, quando questionada sobre eventuais surpresas ou mimos, como prefere chamar, em palco. É esperar para ver!

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]
2014 – For You (Sony Music)
Singles[editar | editar código-fonte]
2017 – “Fire”
2016 – “Gave Me Love”
2016 – “Stay Strong”
2015 – “Savior”
2014 – “Tell Me Why”

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Antiga aluna da ESAD.CR do Curso de Artes Plásticas- MÓNICA GARCIA – conquista 1º Prémio PEDRO DE SOUSA 2016

A Bienal de Desenho de Almada “Prémio de Desenho Pedro de Sousa” organizada pela Imargem-Associação dos Artistas Plásticos do Concelho de Almada com o apoio da Câmara Municipal de Almada, tem como objectivo incentivar, promover e divulgar actividades de criação artísticas no âmbito das artes plásticas, mais precisamente no desenho.

Este prémio é aberto à participação de todos os artistas nacionais e estrangeiros residentes em Portugal com mais de 18 anos. O Prémio Pedro de Sousa (Prémio Aquisição) é atribuído pela Câmara Municipal de Almada e tem o valor de 1.000,00 €.

No passado dia 4 de Agosto, reuniu o Júri da I Bienal de Desenho de Almada-Prémio Pedro de Sousa 2016, integrando os seguintes elementos: Ana Isabel Ribeiro, Directora da Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Alexandre Grave, Membro da direcção e coordenador de Desenho da Sociedade Nacional de Belas Artes e Francisco Bronze, artista plástico e membro fundador da Imargem. O Júri constatou a participação de 233 desenhos de 133 artistas de todo o país. Após análise das obras a concurso seleccionou 20 obras para a exposição da Bienal de Desenho de Almada, dentre as mesmas será escolhido, pelo júri, o Prémio Pedro de Sousa e as Menções Honrosas.

 EXPOSIÇÃO I BIENAL DE DESENHO DE ALMADA integra as obras seleccionadas pelo júri e desenhos do artista Pedro de Sousa e irá decorrer de 17 de Setembro a 23 de Outubro na Sala dos Arcos do Solar dos Zagallos em Almada. 

MÓNICA GARCIA, Abrigo (2013), Carvão e Borracha Miolo de Pão s/Papel, 83.6×59.2cm

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Aluna do Mestrado de Artes Plástica da ESAD.CR – Patrícia Shenriq e a antiga aluna do Curso de Artes Plástica Mariana Sampaio – As únicas artistas portuguesas na exposição ARTROOMS 2017 –

ARTROOMS 2017, é a maior feira internacional gratuita de Londres, para artistas independentes.
Concorreram artistas de todo o mundo, foram pré-seleccionados 800, desses 800 são seleccionados apenas 78 artistas.
É uma exposição de 4 dias de 20 a 23 de Janeiro de 2017, que será no Hotel Meliá White House, no coração Londrino. Os artistas seleccionados são desafiados a expor o seu trabalho dentro do quarto do hotel (24m2 aproximadamente.) sem que nada do que existe no quarto saia para efeitos da exposição. Os artistas tem de encontrar uma maneira criativa de expor o seu trabalho num espaço completamente mobilado. Podem também apresentar um projecto/instalação de “site function” pensado no espaço em si.
Memória descritiva do projeto da Mariana Sampaio:
“Esta peça, é uma instalação da site function, funciona em todos os lugares, os espaços mais adequados para isso são: um anfiteatro, escadas, espaços de formato irregular ou uma sala completamente mobilada. Uma vez que os materiais utilizados são tão flexíveis, como a pele sintética, o feltro ou o plástico, que podem ser aplicados em todos os locais.Este projecto evoluí de um projecto anterior sobre objectos do quotidiano; as formas são o resultado dos objectos, pelo menos, o que restou deles, agora o que prevalece são as suas cores fortes. Ao libertar-se da sua ligação com a realidade, caminha para um campo mais abstracto entrar no reino tridimensional. O espaço “desaparece” na cor e texturas presentes no materiais usados. O espectador é convidado a entrar dentro da instalação e a explorar o espaço.O objectivo é fazer com que este se sinta absorvido pela cor, como se entrasse noutra dimensão, sentindo-se parte integrante da obra.”
Memória descritiva do projeto da Patrícia Shenriq

I’ll fix you

“Este trabalho representa a história do meu corpo, funcionando como metáfora do mesmo.

Cada peça contém folhas de feltro unidas através de linhas de algodão ou lã, com o auxilio de uma tesoura, uma luva de borracha e uma agulha. Podemos encontrar costuras bastante destacadas comparando com as cores dos feltros, o que confere um carácter pictórico a estes objetos, bem como o fazem a sua cor e colocação na parede.

A escolha do feltro deve-se à sua maleabilidade onde em cada dobra e cada viragem constituem um processo pessoal terapêutico.”

 http://www.art-rooms.org/
Projeto da Patrícia Shenriq           Projeto da Mariana Sampaio

 

Testemunho de Mariana Sampaio | Artes Plásticas – ESAD.CR

De que forma o IPLeiria contribuiu para a sua formação?
O que espera da Rede IPLeiri@lumni? 
Saiba o que nos diz Mariana Sampaio, antiga estudante da ESAD.CR.

Conheça um pouco mais do seu percurso em http://redealumni.ipleiria.pt/testemunhos/…/mariana-sampaio/

Mariana-Sampaio